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segunda-feira, 2 de março de 2020

No DF, líderes evangélicos “de olho” na disputa ao Senado

Fadi Faraj, Ronaldo Fonseca, e Robson Rodovalho. Foto: Reprodução

Em 2022 a disputa ao Senado será uma das mais difíceis, pois haverá somente uma vaga

Por Delmo Menezes

As eleições de 2022 aparentemente estão longe de acontecer, porém as peças no tabuleiro político começam a se movimentar. Tudo indica que com as novas regras eleitorais, as eleições municipais deste ano serão um termômetro para 2022.

No Senado Federal haverá apenas uma vaga na próxima eleição, e é aí que os pretensos candidatos começam a fazer contas. O que é mais fácil, disputar uma cadeira na Câmara dos Deputados onde proporcionalmente as chances serão maiores, ou se aventurar a uma vaga no Senado, onde haverá apenas uma vaga? Fica a pergunta.

No Distrito Federal os nomes começam a despontar nas diversas rodas de conversas da capital. Alguns com chances próximas a zero, outros com reais possibilidades de disputar a concorrida vaga na Câmara Alta do Congresso Nacional.

Pelo segmento evangélico, apenas o apóstolo Fadi Faraj (líder e fundador da Comunidade Cristã Ministério da Fé) ficou próximo de conseguir uma das vagas ao Senado em 2018. Ele obteve 268.078 votos ficando em quarto lugar. Este resultado o coloca novamente no páreo com grandes chances para 2022.

Por outro lado, existem mais dois líderes evangélicos no DF que já foram experimentados nas urnas. Um é o bispo Robson Rodovalho (fundador da Comunidade Sara Nossa Terra) com atuação em todo território nacional. Rodovalho foi deputado federal e preferiu não concorrer nas duas últimas eleições.

Outro é o pastor Ronaldo Fonseca, duas vezes deputado federal, que assim como Rodovalho, preferiu não concorrer no último pleito para se dedicar a Igreja, Assembleia de Deus do qual é líder. Ronaldo tem em sua trajetória como político, o fato de não responder a nenhuma ação penal ou de improbidade, e foi único líder evangélico do DF a ser tornar ministro de estado.

Se fizermos uma análise bem apurada, chegaremos à conclusão de que se os três se lançarem a disputa, a possiblidade de não obterem êxito é muito grande. Porém, se fumarem o “cachimbo da paz” (evangélico não pode, rs), as chances de sucesso serão maiores.

Há também a possiblidade de um dos três concorrer ao governo, ou até mesmo ser convidado a vice de uma chapa majoritária. Lembrando sempre que no DF, cerca de 40% da população se declaram evangélicos.

Importante ressaltar, que até o presente momento, nenhum dos três citados na matéria, se declararam pré-candidatos.

Agenda Capital

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