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segunda-feira, 28 de outubro de 2019

Em 12 anos, população adulta fumante no DF cai pela metade

Taxa de fumantes do Distrito Federal é inferior à média nacional, e cresce número de pessoas que procuraram tratamento. Saiba como buscar ajuda na rede pública.

Por Carolina Cruz, G1 DF

Campanha para parar de fumar está em diversas unidades — Foto: Divulgação

Entre os anos de 2006 e 2018, a taxa de fumantes adultos no Distrito Federal caiu pela metade: passou de 17,2% para 8,3%. Os dados são da Subsecretaria de Vigilância à Saúde da Secretaria de Saúde do Distrito Federal, em balanço inédito divulgado nesta semana.

As estatísticas mostram que a taxa de fumantes é menor que a média nacional e que um número cada vez maior de pessoas busca ajuda para largar o cigarro (veja abaixo onde encontrar o serviço).

A capital, que há 12 anos tinha população de fumantes superior à média, fechou 2018 com índices entre os menores do país.

Percentual de fumantes no conjunto da população adulta no DF e no Brasil, 2008 a 2018 — Foto: Reprodução/SEDF

Aumenta a procura pelo tratamento

O estudo cita que 2.217 pessoas procuraram tratamento para o tabagismo na rede pública em 2018. Destas, 1.236 são mulheres e 958 homens. O total é maior que o registrado no ano anterior, quando 2.157 pessoas buscaram ajuda médica.

O estudo informa, no entanto, que o DF apresenta baixo índice de frequência dos pacientes. Segundo os dados, menos da metade (21%) das unidades cadastradas para tratamento contra o tabagismo ofereceram atendimento continuado em 2018.

O relatório aponta que, no ano passado, das 55 unidades cadastradas, 39 atenderam pelo menos uma vez. Destas, apenas 12 unidades continuaram o tratamento.

Como tratar o tabagismo na rede pública?


Homem fuma cigarro — Foto: EPTV/Reprodução

De acordo com a Secretaria de Saúde, o tratamento contra o tabagismo na rede pública é feito em grupos, formados por até quatro pessoas. Para participar, o interessado precisa ir pessoalmente até uma unidade cadastrada e fazer a inscrição.

Neste ano, segundo o GDF, foram cadastradas 21 novas unidades para o atendimento, totalizando 76 instituições disponíveis. Veja aqui os endereços.

"O paciente deve procurar a unidade mais próxima de onde mora para ter informações como dias, horários e locais de atendimento em sua região", orienta a Secretaria de Saúde.

Sem atendimento por telefone

A reportagem questionou a falta de atendimento por telefone para o serviço de agendamento, apesar do site da Secretaria de Saúde indicar os contatos. A pasta afirmou que a rede não funciona pois está passando por uma manutenção.

"Não há agendamento por telefone. Os números de telefones estão desatualizados no site, porque o sistema de telefonia passa por mudanças na rede pública", explica a secretaria.

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