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quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Falta de eventos no Mané Garrincha faz governo do DF estudar privatização

O Mané Garrincha, estádio mais caro da Copa do Mundo no Brasil, pode passar este ano praticamente vazio. Até agora, nenhum grande evento está previsto no local.
Depois de amargar mais um ano de déficit nas contas, tudo leva a crer que o futuro do estádio está na iniciativa privada.

Apenas as finais e um jogo da primeira rodada do Campeonato Candango estão confirmados para acontecer no Mané Garrincha. Por enquanto, a agenda vazia faz com que o estádio siga de portões fechados.

Um estudo feito pela Pluri Consultoria, em 2014, coloca o estádio de Brasília na lista dos mais caros do mundo. Ele só é superado pelo Estádio de Wembley, na Inglaterra.

O Mané Garrincha é o segundo maior estádio do país e tem capacidade para 71 mil espectadores.

No ano passado, o estádio recebeu 28 jogos, sendo dez das Olimpíadas, e 40 que atraíram, no total, 1 milhão de pessoas. O valor arrecadado chegou a R$ 1,7 milhão, quase cinco vezes menos do que foi gasto com manutenção.

Segundo a Secretaria de Esporte, Turismo e Lazer, o custo mensal do Mané Garrincha gira em torno de R$ 700 mil. Em 2016, o GDF desembolsou mais de R$ 8 milhões para bancar essas despesas.

Para diminuir os gastos, o governo se prepara para passar à iniciativa privada não só o estádio, mas todo o Complexo Esportivo, que inclui o Ginásio Nilson Nelson, o Parque Aquático Cláudio Coutinho e as quadras de esporte.

A expectativa é economizar em torno de R$ 13 milhões por ano.
Agência Brasília
Foto: Tony Windston

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