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sábado, 5 de novembro de 2016

Médico brasiliense explica cirurgia robótica para câncer de próstata

Médico cirurgião Renato Alves Teixeira Lima é o atual gestor da Secretária de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde e está sendo treinado na cirurgia robótica

Muito prudente o Novembro Azul! Muitas doenças preveníveis e facilmente tratáveis estão matando homens, inclusive os jovens. Em especial, o câncer de próstata é a segunda maior causa de morte por doença em homens e cerca de 62.000 novos casos devem ser diagnosticados em 2016.

A próstata é uma glândula que só o homem possui e que se localiza na parte baixa do abdômen. Ela é um órgão muito pequeno, tem a forma de maçã e se situa logo abaixo da bexiga e à frente do reto. A próstata envolve a porção inicial da uretra, tubo pelo qual a urina armazenada na bexiga é eliminada. A próstata produz parte do sêmen, líquido espesso que contém os espermatozoides, liberado durante o ato sexual.

O diagnóstico do câncer de próstata é baseado no toque retal, no nível do PSA. A partir dessas informações o médico define quais exames de imagem são necessários para finalizar o diagnóstico e definir o tratamento.

A cirurgia nem sempre é necessária, mas quando indicada consiste na retirada da próstata. Muitos homens deixam de tratar, de forma equivocada, devido a consequências que a cirurgia pode acarretar, principalmente impotência sexual e incontinência urinária.

O Ministério da Saúde vem se preocupando com esse fato e afim da redução dessas consequências adquiriu e implantou recentemente a cirurgia robótica no ICESP (Instituto de Câncer do Estado de São Paulo). O atual gestor da Secretária de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde, médico cirurgião, Renato Alves Teixeira Lima, que esta sendo treinado, explica que esse procedimento consiste em cirurgia através de um robô, comandado por um cirurgião, que possui braços e mãos articuláveis permitindo acesso e visão muito superior aos métodos tradicionais, podendo ser utilizado em diversos tipos de cirurgia, tais como de próstata, estomago, pulmão, útero, fígado e diversas outras.

Dessa forma, no caso da cirurgia de próstata, evitam–se lesões que causam impotência sexual e incontinência urinária. Os resultados são animadores e o Ministério já pensa em trazer essa tecnologia para outras regiões, inclusive para o centro oeste, aonde não tem nenhum robô, nem na rede particular, um atraso em relação a região sul e sudeste.

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