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segunda-feira, 19 de setembro de 2016

13º para aposentados – conheça orientações para usar com educação financeira

Aposentados pelo INSS receberam a primeira parcela do 13º salário desde 25 de agosto. Em meio a recessão econômica, é mais indicado quitar dívidas, poupar para o futuro ou aproveitar para consumir? Com educação financeira, o uso do valor tende a ser planejado com cautela, levando em consideração a situação financeira do idoso hoje e no futuro.

A principal orientação para os beneficiários neste momento é evitar utilizar a renda extra para pagar dívidas. Os compromissos financeiros precisam ser honrados mês a mês, conforme planejamento inicial. A expectativa em usar o 13º para pagar dívidas é um sinal de alerta, que indica que a soma dos compromissos financeiros está alta e que há risco de entrar na inadimplência.

A quem está inadimplente, ou seja, com dívidas em atraso, a orientação é não se apressar em usar o 13º para quitá-las. O primeiro passo é elaborar uma estratégia para sair dessa situação, identificando todos os compromissos financeiros. É importante considerar as principais dívidas, as de necessidade primária, como de energia, água, gás e moradia, além das que incidem mais juros, como cheque especial e rotativo do cartão de crédito.

Considerando as dívidas a serem pagas primeiro, algumas orientações são importantes para negociá-las com o credor. Além da primeira parcela do 13º, poupe uma quantia mensalmente para ter sucesso na negociação. Se for parcelar o pagamento da dívida negociada, tenha certeza de que as parcelas caberão em seu orçamento mensal.

Caso já seja um investidor, use parte do valor em seus investimentos e a outra parte, direcione para a realização de um novo sonho. O dinheiro poupado precisa ter objetivos correspondentes, como uma reserva para emergências, uma viagem dos sonhos ou a reforma da casa, por exemplo.

Quem não tem dividas mas não poupa dinheiro pode achar que está em uma situação tranquila, porém na verdade encontra-se em uma fase preocupante. Isso porque, se não desenvolver o hábito de poupar e acabar utilizando a primeira parcela do 13º para o consumo, pode entrar no endividamento caso, no futuro, sofra qualquer imprevisto. Além de ter reservas para situações emergenciais, é importante sair do consumismo inconsciente e se tornar uma pessoa mais feliz, que realiza sonhos constantemente.

Independente de sua situação financeira aproveite a oportunidade para:

Fazer um diagnóstico financeiro e saber exatamente o quanto você ganha e onde o seu dinheiro está sendo gasto. Anote durante 30 dias tudo aquilo que consome, incluindo despesas pequenas e supérfluas. Assim, conhecerá seu perfil financeiro e saberá em quais pontos pode melhorar para levar uma vida de realização de sonhos.
Estabeleça pelo menos três sonhos: um a ser conquistado em curto prazo, outro em médio e outro em longo. Procure saber quanto custará para conquistar cada um dos seus objetivos e defina o quanto será preciso poupar mensalmente para realizá-los. Os sonhos de curto prazo se realizam em até um ano, os de médio entre um e dez anos, e os de longo acima de dez anos.
Com os sonhos estabelecidos, procure poupar dinheiro para realiza-los o quanto antes. Elimine gastos desnecessários e supérfluos e prefira pagar à vista para conseguir descontos e direcionar os valores economizados para a poupança dos sonhos. Além de ser uma pessoa realizada, assim você também terá boa saúde financeira, baseada em hábitos de consumo sustentáveis.
Invista o valor poupado de acordo com o tipo de sonho que deseja realizar. Para sonhos de curto prazo, a poupança é bastante indicada. Para sonhos de médio prazo, CDB, LCI e LCA são interessantes. Para sonhos de longo prazo, considere a previdência privada, por exemplo. Os rendimentos variam de acordo com o tempo em que o dinheiro fica investido.

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