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domingo, 8 de novembro de 2020

GDF reforça controle no Lago Paranoá


Três novas lanchas da PMDF vão ajudar na fiscalização realizada pela Marinha
Agência Brasíliaodernas lanchas adquiridas pela Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) vão auxiliar a Marinha do Brasil na fiscalização do Lago Paranoá e seus afluentes. Um reforço de peso: três embarcações da marca Highfield, com potência de 150 hp, vão substituir as lanchas antigas da corporação. O investimento é de R$ 630 mil.

Os barcos somam-se aos quatro jet-skis (moto aquáticas) já usados pela Companhia Lacustre da PMDF na tarefa conjunta de proteção das águas do Paranoá. O espelho d’água é reconhecido como um dos pontos turísticos mais democráticos da capital e reúne banhistas, praticantes de esportes náuticos e pescadores.

Mas não é só o lago no coração de Brasília. Afluentes como o córrego Bananal, Torto e a represa da Bacia do Descoberto também são alvos da fiscalização, agora mais qualificada. As lanchas vêm de São Paulo, chegam a 70 km/h e comportam até 14 passageiros. Estarão em ação a partir de janeiro, logo após desembarcarem em solo candango.

“A modernização da frota torna o atendimento das forças de segurança cada vez mais rápido e eficiente, diminuindo a incidência de crimes e aumentando a sensação de segurança da população. Ter um profissional treinado, motivado e bem equipado também significa um atendimento mais rápido”, destaca o secretário de Segurança Pública, Anderson Torres.


Companhia Lacustre combate a pesca irregular e outras infrações | Fotos: Divulgação/BPMA-DF

As lanchas são equipadas ainda com GPS, rádio e sonar – aparelho que faz a verificação embaixo d’água. E, o resultado, é mais agilidade e segurança. “Com as novas embarcações, conseguiremos fazer o trajeto entre o pelotão lacustre, na Ponte das Garças, até a Barragem do Paranoá em cerca de oito minutos. É um grande facilitador”, pontua o subcomandante do Batalhão de Polícia Militar Ambiental, major Adelino Oliveira.

Múltiplas atribuições

À Companhia Lacustre da PM, a chamada Polícia das Águas, cabe o policiamento ostensivo dos lagos para coibir crimes comuns, ambientais, além de cuidar da preservação dos mananciais. Um trabalho diário e de 24 horas, em apoio à Marinha do Brasil e outros órgãos como Corpo de Bombeiros, Ibama e Brasília Ambiental.

Delitos como a embriaguez de condutores, o porte ilegal de armas de fogo, roubos, navegação em área proibida e a pesca predatória são monitorados.

“É comum o flagrante da pesca com tarrafas, redes, o que não é permitido no Lago. Principalmente, nas águas que margeiam a Universidade de Brasília e próximo às pontes. O material é apreendido e o pescador multado”, explica Adelino. Uma multa que varia de R$ 700 a R$ 100 mil.

O pelotão auxilia ainda em afogamentos e incidentes com embarcações, juntamente ao Corpo de Bombeiros. E em operações contra a retirada indiscriminada de água dos reservatórios por meio de bombas, ao lado da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento (Adasa).

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