Últimas >>
Drop Down MenusCSS Drop Down MenuPure CSS Dropdown Menu

domingo, 18 de novembro de 2018

Bolsonaro terá uma série de reuniões na próxima semana em Brasília

O presidente eleito Jair Bolsonaro - Marcelo Camargo/Arquivo/Agência Brasil

O presidente eleito Jair Bolsonaro passará três dias da próxima semana em Brasília. Na agenda de compromissos, conversas com a procuradora-geral da República, Raquel Dogde e visita ao Tribunal de Contas da União (TCU), além de reuniões no gabinete de transição. Está prevista também a participação de Bolsonaro no fórum de governadores do Nordeste. O presidente eleito deverá ficar de terça-feira (20) a quinta-feira (22) na capital federal.

Bolsonaro deverá desembarcar em Brasília na manhã de terça-feira (20) e se reunir logo cedo com o ministro da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU), Wagner Rosário. Inicialmente, o presidente eleito anunciou que parte da CGU poderá ser absorvida pelo Ministério da Justiça. A definição está em aberto.

Também para a terça-feira estão previstas reuniões com o ministro extraordinário da transição, Onyx Lorenzoni, e representantes da Associação das Santas Casas do Brasil, no Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB).

As reuniões com o presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), ministro Raimundo Carreiro, e a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, estão previstas para a tarde de terça-feira.

Na quarta-feira (21), Bolsonaro deverá se reunir com os governadores eleitos e reeleitos do Nordeste. Na semana passada, o governador do Piauí, Wellington Dias, confirmou o encontro, uma vez que, entre os governadores da região, ele foi o único que pôde comparecer ao encontro de governadores eleitos promovido em Brasília pelos futuros governadores de São Paulo, João Doria, e do Distrito Federal, Ibaneis Rocha.

Há ainda a possibilidade. não confirmada oficialmente, de o presidente eleito ir para São Paulo. Bolsonaro deverá ser submetido a uma bateria de exames, no Hospital Albert Einstein, para preparar a retirada da bolsa de colostomia. A cirurgia para remoção da bolsa está prevista para 12 de dezembro.

Fonte: NBN Brasil

Tribunal de Contas do DF vai apreciar Contas de Governo de 2017 na próxima semana

Na próxima semana, o Tribunal de Contas do Distrito Federal vai realizar uma sessão especial para apreciar as contas do penúltimo ano de gestão do governador Rodrigo Rollemberg. O TCDF vai analisar a execução do orçamento e dos programas de governo do Distrito Federal relativos ao exercício de 2017, no dia 22 de novembro, às 14h, no plenário.

A análise prévia foi feita pela Secretaria de Macroavaliação da Gestão Pública do TCDF, sob a supervisão do relator, Conselheiro Márcio Michel. O material é baseado nas informações enviadas pelo Poder Executivo à Câmara Legislativa na prestação de contas anual e em documentos encaminhados pelas unidades que compõem o GDF. A equipe técnica utiliza, ainda, dados obtidos diretamente no Sistema Integrado de Gestão Governamental (SIGGO) e no Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (SIAFI).

Essas informações são analisadas em conjunto com vários processos e procedimentos de fiscalização realizados pelo TCDF, como as auditorias no Pró-DF e no Programa de Transporte Urbano do DF e a inspeção nas instalações físicas das escolas da Rede Pública de Ensino.

O Relatório Analítico e Projeto de Parecer Prévio (RAPP) relativo às contas de 2017 também apresenta a avaliação do patrimônio do GDF, das demonstrações contábeis e das gestões fiscal, orçamentária e financeira, a exemplo das despesas com pessoal e com licitações, dos gastos com publicidade e propaganda, além dos resultados por área de governo.

Serviço
Sessão Especial de Apreciação das Contas de 2017
Data: 22 de novembro de 2018, às 14h
Local: Plenário do TCDF
Processo 39623/17

Fonte: Agência Brasília

PIB per capita do DF continua o maior do Brasil

A capital brasileira atingiu R$ 79.099,77. O valor é 2,6 vezes maior do que o do PIB nacional.

Brasília permanece com o maior Produto Interno Bruto (PIB) do País, por indivíduo, em 2016. A capital brasileira atingiu R$ 79.099,77 no PIB per capita. O valor é 2,6 vezes maior do que o nacional, de R$ 30.411.Brasília permanece com o maior Produto Interno Bruto (PIB) do País, por indivíduo, em 2016. A capital brasileira atingiu R$ 79.099,77 no PIB per capita. O valor é 2,6 vezes maior que do nacional, de R$ 30.411. Foto: Tony Winston/Agência Brasília
R$ 79.099,77PIB per capita do DF

Os dados foram levantados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria com órgãos estaduais de estatística. A instituição oficial do sistema de contas regionais de Brasília é a Companhia de Planejamento do DF (Codeplan), que apresentou as informações nesta sexta-feira (16).

No Brasil, a variação brasiliense do índice teve aumento de 3,6% para 3,8%, entre 2015 e 2016. Foi a segunda maior entre as unidades da Federação, abaixo apenas de Roraima (0,2%). No mesmo período, o PIB nacional teve retração de 3,3%.

No ranking geral, o Distrito Federal acumulou, em 2015, R$ 235,497 bilhões no PIB, o que o manteve na oitava colocação no País, com participação de 3,8% em relação ao PIB do Brasil, de R$ 6,267 trilhões. A liderança é de São Paulo com 32,5%, seguido do Rio de Janeiro (10,2%) e Minas Gerais (8,7%). O último lugar é de Roraima (0,2%).

Esses 3,8% são compostos por crescimento no setor de serviços, com variação positiva de 0,6%, queda de 4,7% na indústria e de 3% na agropecuária.

Serviços, o principal setor da economia no DF, ganhou participação relativa, saindo de 94,3% para 94,9%, no mesmo período. No Brasil, houve contração de 2,3%. As atividades que mais cresceram foram domésticas (14,2%), educação e saúde mercantis (9,7%), e financeiras, de seguros e serviços relacionados (4,7%).

De acordo a chefe do Núcleo de Contas Regionais da Codeplan, Sandra Regina Silva, apesar do número alto para serviços domésticos, o percentual não interferiu no resultado geral. “Essa atividade ainda tem pouco peso na economia”, disse.
O que é o PIB

O PIB é a soma dos valores da produção de bens e de serviços ao consumo intermediário e aos impostos. Para medir os números, o IBGE e a Codeplan analisam uma série de dados desde 2010 para criar um comparativo entre os resultados anuais.

Como os valores levam 18 meses para serem levantados pelo IBGE e fornecidos para os órgãos estaduais, os números só podem ser publicados dois anos após a pesquisa. O que explica o lançamento de informações de 2016 em 2018.
Índices participativos do DF no PIB do País e do Centro-Oeste

A participação do DF no PIB nacional aumentou de 3,6% em 2015 para 3,8% em 2016. São Paulo (32,5%), Rio de Janeiro (10,2%) e Minas Gerais (8,7%) são as unidades federativas com maior participação. Acre (0,2%), Amazonas (0,2%) e Roraima (0,2%) registram os menores índices do ano anterior. Já no Centro-Oeste, a participação de Brasília passou de 37,2% para 40,6% nos mesmos períodos.

Fonte: Agência Brasília

Eleições para Parlamento Juvenil Mercosul começam em 26 de novembro

De quatro projetos inscritos na seleção dos representantes do DF, dois são da rede pública de ensino. Protagonismo no âmbito escolar é o tema defendido por Milena Carvalho, do Centro Educacional 104.

Com campanha em redes sociais e divulgação em salas de aula, estudantes de escolas públicas do Distrito Federal buscam vaga para serem representantes locais no Parlamento Juvenil Mercosul (PMJ).

São quatro adolescentes pré-selecionados para a câmara de discussão integrada à organização intergovernamental Mercado Comum do Sul (Mercosul).Aluna do Centro Educacional 104, Milena Carvalho, de 16 anos, concorre a uma vaga para representar o DF no Parlamento Juvenil Mercosul com iniciativa que prevê aulões de disciplinas regulares ministrados pelos estudantes em parceria com professores. Foto: Tony Winston/Agência Brasília

As eleições vão de 26 a 30 de novembro, apenas pelo site do PJM.

Podem votar alunos de 14 a 18 anos da rede pública de ensino, e o resultado está previsto para 10 de dezembro.

O Parlamento Juvenil Mercosul propõe a participação de adolescentes na elaboração de propostas para fortalecer a educação dos países-membros.

Dos 108 pré-candidatos — quatro de cada unidade da Federação —, serão escolhidos apenas um representante de cada uma delas. Assim, ficará formada a delegação brasileira com 27 integrantes.

Esta será a quinta edição do processo seletivo, que estabelece mandato de dois anos para todos os eleitos. Nesse período, eles deverão construir a Declaração do Parlamento Juvenil e propostas para discussões relacionadas ao tema O ensino médio que queremos.

108 Número de pré-candidatos em todo o Brasil ao Parlamento Juvenil Mercosul

Uma das concorrentes de Brasília é Milena Carvalho de Luna, de 16 anos, estudante do Centro Educacional 104, do Recanto das Emas.

A iniciativa dela, Protagonismo estudantil no âmbito escolar, prevê aulões — ministrados pelos estudantes, em parceria com os professores — de disciplinas regulares, como português e matemática, e de regras do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e do Programa de Avaliação Seriada (PAS), da Universidade de Brasília (UnB).

Com isso, segundo Milena, pretende-se uma maior integração da comunidade escolar. “Esse contato mais próximo entre os alunos derruba barreiras, principalmente aqueles existentes entre as séries iniciais, como o primeiro e o segundo anos, e a série final, o terceiro ano. Assim, cria-se um ambiente escolar mais saudável, com estudantes mais unidos e turmas mais unidas”, defende.

Para tornar conhecida a proposta, a estudante se vale das redes sociais e dos grupos de mensagens instantâneas. “Distribuo um flyer que eu mesma criei para a campanha e, a partir desta semana, vou percorrer as escolas do Recanto das Emas para explicar como serão os aulões”, adianta.
Projetos devem estimular o protagonismo dos estudantes

No DF, além de Milena, concorre pela rede pública de ensino distrital Caio Igor Alves Lima, de 16 anos, do Centro Educacional São Bartolomeu, em São Sebastião. O estudante se baseia na proposição de soluções para problemas da cidade como forma de incentivar o raciocínio lógico e o vocabulário dos alunos.

“Percebo que é muito comum entre os alunos a dificuldade de formular ideias, o interesse pela leitura”, diz Caio. Dessa forma, o projeto O ensino médio que queremos: compartilhando experiências e saberes sugere aos participantes observar por quais dificuldades passa a comunidade em que estão inseridos e como elas poderiam ser sanadas.Caio Igor Alves Lima, de 16 anos, do Centro Educacional São Bartolomeu, em São Sebastião. Proposta dele para o PJM baseia-se na proposição de soluções para problemas da cidade como forma de incentivar o raciocínio lógico e o vocabulário dos alunos. Foto: Renato Araujo/Agência Brasília

Em uma segunda etapa, os adolescentes buscam o poder público — administração regional, conselhos comunitários, entre outras instâncias — para as devidas providências.

“A cidade é um ponto de partida para conhecermos mais as características do País, outras culturas”, explica.

Para divulgar a ideia, o aluno conta com a colaboração dos colegas. “Eles têm me apoiado muito. A partir da semana que vem, pretendo visitar os outros colégios de São Sebastião para contar do meu e dos outros projetos que estão concorrendo, que também são muito bons”, avalia.

Na avaliação do coordenador de Políticas Educacionais para Juventude e Adultos, da Secretaria de Educação do DF, Antônio Carlos do Patrocínio, a adesão do estudante é conquistada justamente pela participação ativa nos processos de aprendizagem.

“É isso que garante uma educação mais efetiva. Para essa etapa [ensino médio], as ações devem privilegiar a participação e o protagonismo do aluno.”

Pela rede federal de ensino concorrem Ivanov Machado dos Santos, do Instituto Federal de Brasília (IFB), e Sunamita Garcia Izidro, do IFB Riacho Fundo I.

Os países-membros do Mercosul são: Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Guiana, Paraguai, Peru, Suriname, Uruguai e Venezuela (suspenso desde 2016).

Eleições Parlamento Juvenil Mercosul
De 26 a 30 de novembro
Pelo site do PJM

Fonte: Agência Brasília 



imagem-logo