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segunda-feira, 16 de julho de 2018

Setor de serviços tem queda em maio devido à greve dos caminhoneiros

O volume de serviços no país caiu 3,8% na passagem de abril para maio. Essa foi a queda mais intensa desde o início da série histórica da pesquisa, em janeiro de 2011. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), assim como aconteceu com a indústria e o comércio, os serviços foram fortemente afetados pela greve dos caminhoneiros, na segunda quinzena de maio.

Em relação a maio de 2017, o volume de serviços também recuou 3,8%, a maior queda desde abril de 2017 (5,7%). Os serviços acumulam quedas de 1,3% no ano e de 1,6% em 12 meses. Os dados são da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada hoje (13) pelo IBGE.

As cinco atividades tiveram queda de abril para maio. A atividade com maior decréscimo foi transportes, serviços auxiliares de transporte e correios, com um recuo de 9,5% no período. Entre os serviços de transporte terrestre, segmento afetado diretamente pela greve, a queda chegou a 15% de abril para maio.

As demais atividades tiveram as seguintes quedas: outros serviços (2,7%), serviços profissionais, administrativos e complementares (1,3%), serviços de comunicação e informação (0,4%) e serviços prestados às famílias (0,3%).

O agregado de atividades turísticas, que analisado de forma separada pelo IBGE, também teve queda no volume de serviços: 2,4%.

Feminicídio: funcionária do Ministério dos Direitos Humanos é morta

Uma funcionária terceirizada do Ministério dos Direitos Humanos foi assassinada neste sábado (14), em Santa Maria, região administrativa do Distrito Federal a cerca de 26 km do centro de Brasília. A 33ª Delegacia de Polícia registrou o caso como feminicídio.

Janaína Romão Lúcio, 30 anos, trabalhava como assessora do Comitê Intersetorial de Acompanhamento e Monitoramento das Políticas Públicas para a População em Situação de Rua. No fim da tarde de ontem, ela foi esfaqueada ao ir buscar as filhas na casa do ex-marido, com quem, segundo testemunhas, teria discutido. A Polícia Civil não revelou detalhes do caso.

Em nota, o ministro dos Direitos Humanos, Gustavo Rocha, lamentou a morte da funcionária e repudiou a violência contra as mulheres. “Em nome de todo o ministério, compartilho do luto e manifesto solidariedade aos familiares e colegas de trabalho”, manifestou, destacando a gravidade da situação das mulheres vítimas da violência.

Representantes do Ministério dos Direitos Humanos já estão em contato com a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal a fim de acompanhar as investigações do assassinato de Janaína.

Também em nota, o escritório potiguar do Movimento População de Rua informou ter recebido a notícia da morte de Janaína “com imensa tristeza e pesar”. “Esperamos que o caso seja apurado e o assassino seja preso e pague pelo crime bárbaro de feminicídio”, acrescentou o movimento, aproveitando para repudiar também a todas as mortes de pessoas que viviam nas ruas.

Bases do PT e grupos sociais articulam apoio ao nome do economista Afonso Magalhães para disputar o Buriti

Contatos (ligações e whatsapp): 
999837628 / 982831240 / 986199173
Na expectativa de ser homologado como candidato do Partido dos Trabalhadores ao Palácio do Buriti Afonso Magalhães começa a despontar como a candidatura alternativa da esquerda no DF. Depois da tentativa frustrada de setores da esquerda de uma candidatura “outsider” no campo progressista, até bem pouco tempo representada pela ex-candidata a governadora Anjuli Tostes do PSOL, que chegou a ter 7% em enquetes e pesquisas independente, mas foi rifada pela direção do PSOL exatamente em razão desse crescimento, Afonso Magalhães quer governar o DF com base nos princípios programáticos do PT, a partir da experiência partidária de governar, em quarenta anos de fundação do partido, mais de mil prefeituras do país, mas de dez governos estaduais e quatro mandatos no Governo Federal, apoiando-se também na experiência de dois governos do PT no Distrito Federal (1995-1998 e 2011-2014). A diferença é que o PT permite a disputa interna e ele vai para o embate na Convenção do partido. 

Inclusão social, participação popular e controle social, integração com o entorno metropolitano, cuidar da cidade e ouvir as pessoas. Estas são as linhas mestras da proposta do pré-candidato do PT o qual nos deu uma entrevista curta, mas objetiva. 

PERFIL BIOGRÁFICO 

Afonso Magalhaes, 62 anos, é economista, funcionário aposentado do Banco Central do Brasil. Foi diretor do Sindicato dos Bancários e da Central de Única dos Trabalhadores e hoje milita na Central de Movimentos Populares\CMP. Nascido em Niterói, veio pra Brasília ainda adolescente. Seus quatro filhos nasceram aqui na Capital Federal. Magalhaes iniciou sua militância política no movimento estudantil, onde presidiu o Centro Acadêmico da Economia da Universidade de Brasília. No curso de Economia da UnB foi aluno do Professor Lauro Campos, com quem trabalhou no coletivo do mandato do então Senador da República pelo PT. A partir de sua militância estudantil ajudou a fundar o PT. Depois de formado em economia, focou sua militância no movimento sindical bancário e, nos últimos quinze anos, nos movimentos populares de moradia, saúde, mobilidade, direitos humanos e economia solidária. 
É um dos mais próximos líderes do PT junto aos movimentos sociais de base a Capital da República e tem grande penetração junto ás diversas correntes políticas do Partido dos Trabalhadores. E conseguindo sair candidato ao governo é um dos poucos que consegue dentro do PT ampliar o leque de alianças com os demais partidos de fora devido seu poder de articulação com os mais diversos partidos de esquerda no Distrito Federal. 

A seguir a entrevista do economista Afonso Magalhães. 

Como pretende governar Brasília? 

Cuidar da cidade, ouvindo o povo e suas organizações em todas as regiões do DF. Os desafios das políticas públicas impõem soluções integradas entre si. Não dá pra falar em melhorar o Sistema Único de Saúde, sem melhorar a Educação. Não dá para melhorar a Segurança Pública sem enfrentar o Desemprego, sem melhorar a iluminação pública etc. Não dá para o povo ter acesso à cultura e lazer sem resolver os problemas da mobilidade. Não dá para combater o desemprego sem investir em formação e nos empreendimentos de economia solidária. Não é possível pensar as políticas públicas e projetos de desenvolvimento sem integração com os municípios da região metropolitana. E não dá pra se assumir como governo da Capital Federal sem cuidar da cidade, da manutenção dos equipamentos públicos, do asfalto, do gramado, da limpeza pública, da coleta seletiva do lixo, das bocas de lobo, pontes e viadutos etc. 

Quais os problemas atuais de Brasília a serem superados em um governo do PT? 

A saúde em Brasília continua caótica. O governo tenta manipular as estatísticas de cobertura da atenção primaria em saúde, mas deixa o povo sem serviços especializados de clínica geral, ginecologia e pediatria. Virou uma bagunça a gestão do SUS no DF. Na educação coloca cinco mil 
voluntários dentro das escolas com uma bolsa-miséria de 500 reais para fazer de conta que tem escola integral. Na mobilidade, Brasília permanece com “toque de recolher”, sem ônibus e metrô a partir das onze da noite e com as passagens mais caras do Brasil. Vamos promover estudos para implantar a tarifa zero e universalizar o direito à mobilidade no DF. Quanto ao desemprego, Brasília tá no topo do pódio, com mais de 300 mil desempregados. E o atual governador é responsável por isso, pois abraçou as teses neoliberais de enxugamento e enfraquecimento do estado e das políticas públicas. Sem a presença forte do Estado, seja no DF, seja no Brasil, não há política de geração de trabalho e renda que avance. 

E como fica a situação de Lula? 

Lula vai ser inscrito no TSE, dia 15 de agosto, como candidato à Presidência da República pelo Partido dos Trabalhadores. O processo que condenou Lula é fajuto, baseado em delações falsas sobre um tríplex, sem nenhuma prova material. Lula está no gozo de seus direitos políticos. Pode votar e ser votado. Com uma liderança popular inconteste, esse operário-estadista é o único em condições de liderar um projeto popular e soberano para o Brasil, sem o qual a nação brasileira vai continuar a ser sucateada, com a entrega descarada de suas riquezas energéticas e minerais e com a paralisia da economia, promovida pelo consórcio golpista enlaçado pelo governo Temer, pelo poder judiciário e empresas de comunicação lideradas pelo sistema Globo. Brasília, para desenvolver, precisa do crescimento da economia brasileira, com soberania e distribuição de renda. E quem pode liderar esse processo chama-se Lula, por isso ele lidera, disparado, todas as pesquisas eleitorais. Eleição sem Lula é fraude!! 
Pesquisas independentes e para consumo interno de alguns partidos, quando feitas para governador do DF e a pergunta versa sobre “o candidato do PT” , este atinge até 11%. A que o senhor atribui isso. 
Exatamente à liderança do Lula e ao trabalho de base realizado pela militância do PT no Distrito Federal. Aqui temos vários anos de história e dois governos petistas onde o partido mostrou um projeto democrático e participativo e quando tivermos com as candidaturas homologadas esse percentual vai dobrar no primeiro turno e chegaremos ao segundo turno com amplas possibilidades de vitória. 

Por Katharine Garcia

sexta-feira, 29 de junho de 2018

TSE divulga limite de gastos para as eleições 2018

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou o limite de gastos das campanhas eleitorais deste ano, bem como o limite quantitativo para contratação de pessoal. Para o cargo de presidente da República o teto será de R$ 70 milhões para o primeiro turno, valor que pode ser acrescido em R$ 35 milhões caso haja segundo turno.

O limite fixado às campanhas para deputado federal ficou em R$ 2,5 milhões. Para os cargos de deputados estadual ou distrital, o teto ficou fixado em R$ 1 milhão. No caso das campanhas para governadores e senadores, o limite de gastos variam de acordo com o eleitorado de cada unidade da Federação.

São Paulo, por exemplo, é a unidade federativa com maior teto de gastos para a campanha a governador (R$ 21 milhões, no primeiro turno e outros R$ 10,5 milhões em caso de segundo turno), seguido do Rio de Janeiro, de Minas Gerais e da Bahia (14 milhões mais R$ 7 milhões em caso de segundo turno); Ceará, Goiás, Maranhão, Pará, Pernambuco, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina (R$9,1 milhões mais R$ 4,55 milhões para o segundo turno).

Estados com população de até 1 milhão de eleitores terão seus gastos limitados a um teto de R$ 2,8 milhões, para a campanha ao governo estadual. Em caso de segundo turno, essas campanhas terão seu teto acrescido em R$ 1,4 milhão. Informações sobre o limite de gastos para o governo das demais unidades podem ser obtidas no site do TSE.

O TSE também disponibilizou em seu portal o limite de contratações diretas ou terceirizadas de pessoal, para serviços de militância e de mobilização nas ruas, tanto para a campanha presidencial como para as de senador, deputados e governadores.

Com uma população de 9 milhões de eleitores, São Paulo é o estado que terá direito a fazer o maior número de contratações: 9.324 para as campanhas à presidência e ao Senado; 18.648 para a campanha ao governo do estado; e 6.527 para a campanha à Câmara dos Deputados.



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