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terça-feira, 19 de março de 2019

Transferência de sede do governo do DF para Taguatinga deve começar em abril

Com mudança de parte do Executivo para o Centrad, anexo do Buriti passará por obras de recuperação
Por Hédio Ferreira Júnior e Emaneulle Coelho

O Governo do Distrito Federal (GDF) mantém o plano de se transferir para o Centro Administrativo (Centrad) de Taguatinga. A mudança de secretarias de estado lotadas no Palácio do Buriti e no anexo, além dos gabinetes do governador Ibaneis Rocha e do vice Paco Britto, está prevista para ocorrer a partir de abril. De acordo com o Secretário de Fazenda, Planejamento, Orçamento e Gestão, André Clemente, o Executivo aguarda apenas a assinatura do termo de remoção de danos com a administradora do complexo para a iniciar a transferência.

Fechada a minuta, serão acionados os órgãos de controle, como o Tribunal de Contas do Distrito Federal e Territórios e, então, planejada a mudança. “Vamos fazer uma ocupação negociada [com o consórcio que administra do Contrad]. A partir daí, passamos a conversar com os bancos para negociar as dívidas [pendentes do GDF com a administração do consórcio]”, explicou Clemente.

Inicialmente, irão para o Centrad, além da governadoria e da vice-governadoria, as secretarias de Fazenda, Planejamento, Orçamento e Gestão, a Casa Civil e a Casa Militar. À medida que as secretarias que atualmente estão no anexo do Palácio do Buriti forem sendo transferiras para Taguatinga, o prédio passará por reformas. As obras vão começar pela rede elétrica e pelo sistema de prevenção a incêndio.

Sem risco
A Defesa Civil do Distrito Federal divulgou, em fevereiro de 2019, um laudo técnico sobre as condições do edifício. Conforme o documento, há algumas falhas na edificação, porém, o prédio não corre riscos de queda ou desmoronamento. De acordo com a inspeção, o prédio também não precisa ser interditado. A reforma irá acontecer para garantir a segurança dos 2.282 servidores que trabalham no local.

Os serviços da reforma estão orçados em R$ 13 milhões e os recursos são da Secretaria de Fazenda, já previstos no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA). O processo de restauração do Anexo Palácio do Buriti está em análise na Novacap, mas o GDF ainda irá decidir qual órgão será responsável pela obra para que seja aberto o processo de licitação.

(Com informações da Agência Brasília)

Bolsa encosta em 100 mil pontos e fecha em nível recorde

Dólar caiu para R$ 3,792, menor valor em duas semanas.

Por Wellton Máximo
Em um dia de otimismo no mercado financeiro, a bolsa de valores bateu recorde e encostou em 100 mil pontos. O dólar caiu para o menor valor em duas semanas. O indicador Ibovespa, da B3 (antiga Bolsa de Valores de São Paulo), fechou esta segunda-feira (18) em 99.994 pontos, com alta de 0,86%. Durante a tarde, o indicador chegou a superar os 100 mil pontos, cedendo nos momentos finais de negociação.No mercado de câmbio, o dólar comercial fechou vendido a R$ 3,792, com recuo de R$ 0,029 (-0,76%. Em queda pela segunda sessão consecutiva, a divisa está no valor mais baixo desde 1º de março, quando tinha encerrado em R$ 3,78.

Esta semana é marcada por decisões importantes na economia, tanto no cenário interno como no exterior. No Brasil, o governo entregará, na quarta-feira (20), a proposta de reforma nas aposentadorias e pensões dos militares. Também nesta semana, a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados começa a discutir a reforma da Previdência.

O Comitê de Política Econômica do Banco Central (Copom) decide, também na quarta-feira, a taxa Selic (juros básicos da economia). Essa será a primeira reunião coordenada pelo novo presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto.

Também na quarta, o Federal Reserve (Fed), Banco Central dos Estados Unidos, decide os juros da maior economia do mundo.

Metrô-DF antecipa abertura das estações para as 5h30

A partir do dia 25/3, o funcionamento será das 5h30 às 23h30, de segunda a sábado.
*AGÊNCIA BRASÍLIA

Os usuários do Metrô-DF poderão chegar meia hora mais cedo nas estações para utilizar o sistema. A partir do dia 25/3, o funcionamento será das 5h30 às 23h30, de segunda a sábado. No domingo, permanece das 7h às 19h. A companhia atende a uma antiga demanda da população do DF para ampliar o funcionamento do sistema.

Durante o mês de abril, a empresa fará uma avaliação nas escalas dos empregados para, em maio, alterar novamente o horário de funcionamento. De segunda a sábado, passará de 5h30 à meia-noite, e no domingo, das 7h às 22h.

O presidente do Metrô-DF, Handerson Cabral, afirmou que o número de usuários tem aumentado nos últimos anos e muitos trabalhadores chegam às estações antes mesmo das 6h para pegar o primeiro trem. “Essa é uma demanda antiga da população e só agora a companhia tem condições de atender. Isso foi possível com a contratação de mais empregados e remanejamentos nas escalas de trabalho”, afirmou.

O Metrô-DF circula com 24 trens no horário de pico, com intervalos de 3,5 minutos no tronco principal (da Estação Central até Águas Claras) e de 7 minutos nos ramais de Ceilândia e Samambaia. A média de usuários por dia é de 170 mil.

Artesãos lutam por espaços para expor e vender produtos

Reginaldo Sardinha propôs a audiência na CLDF

No Distrito Federal, há cerca de 10 mil artesãos cadastrados, segundo a Secretaria de Turismo. São trabalhadores que transformam linhas, tintas, tecidos, madeira e outros materiais em algum tipo de arte. O ofício, além de subsistência, gera emprego e renda. Para discutir os desafios à manutenção e à ampliação do setor, a Câmara Legislativa realizou audiência pública na manhã desta segunda-feira (18), no plenário, com a presença de artesãos e de representantes do governo.

À frente da discussão, o deputado Reginaldo Sardinha (Avante) defendeu ser preciso fortalecer o artesanato feito e comercializado no DF. "A atividade é propulsora de renda", frisou, citando dado do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) que revela que o artesanato movimenta mais de R$ 50 bilhões por ano no País.

Entre as diversas demandas para a valorização do artesão e de seu trabalho no Distrito Federal, estão a manutenção e a criação de novos espaços de escoamento da produção. O presidente da Federação das Associações de Artesanato do DF e Entorno, Herbert Amorim, reivindicou espaços culturais em todas as regiões administrativas para a exposição e a comercialização dos produtos locais. Além disso, assim como outros presentes na audiência de hoje, cobrou a conclusão do recadastramento dos artesãos da Feira da Torre de TV e a ocupação dos boxes fechados por associações de artesãos e, não, por trabalhadores individuais. "Não queremos assistencialismo. Queremos investimento real para podermos nos sustentar e gerar emprego e renda, movimentando a indústria criativa", defendeu.

"Não existe artesanato sem artesão", disse a presidente da Associação Sudoeste-Octogonal de Artesanato Solidário, Lúcia Cruz, ao pedir mais valorização para a atividade laboral. A liderança elencou uma série de instrumentos legais que estão sendo descumpridos no DF – a exemplo da Lei nº 4.748/2012, que garante a reserva de 10% do espaço das feiras permanentes, itinerantes, culturais ou científicas a artesãos locais – e cobrou fiscalização por parte da CLDF.

Mesmo na Feira da Torre, espaço mais tradicional de comércio de artesanato em Brasília, não faltam reclamações. Motinha Eustáquio dos Santos (MMotha) tem uma barraca de roupas, instrumentos de percussão e bijjouterias afro há 50 anos e, segundo ele, a cada mudança de governo, acontece algum "retrocesso" na feira. "As políticas não têm continuidade", apontou. O artesão criticou, ainda, a falta de policiamento noturno na área.

Novos tempos – O subsecretário de Relações Institucionais do DF, Valteni Souza, se declarou apaixonado por artesanato e prometeu "nova era" para o artesão da cidade no governo Ibaneis Rocha. "O que vocês precisam é que o governo dê condições para vocês trabalharem, como espaços para os negócios: para divulgarem e venderem o que produzem", afirmou. O gestor garantiu compromisso do GDF com o setor. "É um mercado importantíssimo para a economia. Representa 2,5% do PIB do Brasil", acrescentou.

O secretário-adjunto de Turismo do DF, Estevão Reis, também destacou o compromisso da pasta com o artesanato. Conforme frisou, as políticas para incrementar o turismo na capital do Brasil passam pelo estímulo à visibilidade e à comercialização do artesanato local. Por sua vez, Sol Montes, da Secretaria de Cultura, acrescentou que a atividade será estimulada, ainda, pela futura Subsecretaria de Economia Criativa, em vias de criação. "O artesanato vai ser trabalhado como elemento cultural de um povo. Ele é resistência e preservação", pontuou.

Ao final da audiência, o deputado Reginaldo Sardinha apresentou requerimento para criar a Frente Parlamentar em Defesa e pelo Desenvolvimento do Artesanato. A proposição ainda precisa ser lida e votada em plenário.

Data – Amanhã (19 de março), é comemorado o Dia do Artesão. O reconhecimento da categoria se deu pela regularização da profissão por meio da Lei nº 13.180/15. Segundo a legislação, artesão é aquele que, de forma individual ou coletiva, faz uso de uma ou mais técnicas no exercício de um ofício predominantemente manual, consistente na transformação de matéria-prima em produto acabado, expressando identidades culturais brasileiras.

Denise Caputo
Fotos: Rinaldo Morelli/CLDF
Comunicação Social - Câmara Legislativa

domingo, 17 de março de 2019

Biblioteca da UnB passa a funcionar 24 horas em dias úteis

Serviço também é aberto para comunidade. Aos fins de semana e feriados, local funcionará das 7h às 19h.

Por G1 DF

Fachada da Biblioteca Central da UnB — Foto: UnB Agência/Divulgação

A Biblioteca Central da Universidade de Brasília (UnB) passou a funcionar ininterruptamente em dias úteis, inclusive de madrugada. O serviço também é aberto para a comunidade. Já aos fins de semana e feriados, o local funcionará das 7h às 19h.

Segundo a administração da biblioteca, durante as 24 horas de atividade, os usuários terão acesso ao salão de estudos, ao wi-fi e às bases de dados do local.

Para que o espaço pudesse funcionar dessa maneira, os horários dos servidores, estagiários e funcionários da segurança precisaram ser readequados, apontou o diretor da biblioteca, Fernando Leite.

"Existe uma demanda grande por esse serviço no DF e pretendemos sanar um pouco disso", disse Leite.
A BCE informou que, nos últimos dois anos, foram adquiridos 900 novos títulos e 14 bases de dados – com acesso a artigos e periódicos de todo o mundo.

De acordo com a instituição, 50 câmeras de segurança foram instaladas dentro do prédio e quatro nas áreas externas, com visão para os estacionamentos.



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