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domingo, 17 de junho de 2018

Defesa Civil alerta sobre cuidados com enfeites de rua para a Copa do Mundo

Acidentes mais comuns envolvem instalações da rede elétrica e fogos de artifício

Defesa Civil recomenda atenção especial com a rede elétrica ao enfeitar as ruas para a Copa do Mundo 2018. (Gabriel Jabur/Agência Brasília)

Muitos moradores do Distrito Federal ainda se organizam para enfeitar as ruas para a Copa do Mundo 2018, aberta oficialmente nesta quinta-feira (14). A Subsecretaria do Sistema de Defesa Civil reforça que são necessários alguns cuidados na hora de organizar o espaço e durante as comemorações.

De acordo com o coordenador de Operações da Defesa Civil, tenente-coronel Sinfrônio Lopes, os acidentes mais comuns durante esse tipo de festividade envolvem as instalações da rede elétrica e fogos de artifício.

Entre as recomendações está a de manter distância mínima de 1,5 metro entre a rede elétrica e os enfeites. Além disso, itens como arames e outros materiais metálicos não devem ser utilizados.

O tenente-coronel ressalta que, quando for possível, os moradores devem consultar um engenheiro civil ou eletricista com habilitação.

No caso dos fogos, os cuidados são comprar de empresas certificadas pelo Corpo de Bombeiro Militar e pela Polícia Civil do DF, ler todas as orientações da caixa antes da utilização e não ingerir bebida alcoólica antes de manusear o artifício.

Crianças não devem soltar fogos. Mesmo quando utilizarem produtos destinados a elas, como bombinhas, é preciso a supervisão de um adulto.

Agência Brasília

Pré-candidatos à Presidência usam Twitter para se manifestar neste sábado

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Alguns dos principais pré-candidatos à Presidência da República já se pronunciaram por meio do Twitter neste sábado (16). Em clima de Copa do Mundo, Manuela D’Ávila (PCdoB) e Guilherme Boulos (Psol) citaram o evento. A primeira se referiu ao que classificou como “fake news” e revelou torcida pela Islândia, no jogo contra a Argentina, que acabou há pouco, empatado em 1 a 1. “Resgataram um tweet da Copa de 2014, quando estávamos fora da final, para dizer que estou torcendo pra Argentina. Gente, nesse exato momento estou aqui com a Islândia contra a Argentina!”. O tuíte a que Manuela se referiu, de 13 de julho de 2014, dizia: “Hoje sou Messi, sou latino-americana, sou Argentina.”

Boulos também citou o Mundial de seleções de futebol, fazendo uma analogia com o Poder Judiciário. “O uso do vídeo na arbitragem da Copa mostra que juiz de futebol não é Deus e pode falhar. O Judiciário brasileiro deveria aprender com isso, ainda mais com tantos juízes que têm time político escancarado. Pode isso, Arnaldo?”, escreveu.

Um pouco antes, ele também publicou uma mensagem sobre Janaína Paschoal. Segundo ele, a advogada que acusou Dilma das pedaladas e “escandalizou o País com seus impropérios”, pode ser candidata pelo partido de Bolsonaro. “Algumas pessoas têm o incrível dom de sempre surpreender: quando se pensa que chegaram ao fundo do poço abrem um novo poço”, tuitou.

Os demais candidatos que se manifestaram não fizeram referência à Copa. Álvaro Dias (Podemos) compartilhou algumas notícias, entre as quais uma do caderno de Política do Estadão, onde o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luiz Fux, disse que o “Combate às fake news será rigoroso”. Ele também compartilhou o link para um vídeo no Youtube que conta um pouco de sua história.

Já Paulo Rabello de Castro, ex-presidente do BNDES e pré-candidato pelo PSC, informou sobre um artigo que escreveu para o portal Poder360, explicando o seu #Plano20Metas. “O plano tem como base 3 pilares: Sociedade, Economia e Instituições (SEI). Vamos recuperar a função social do governo através do crescimento econômico e fortalecimento das instituições.”

Por fim, Jair Bolsonaro (PSL) publicou um vídeo em que o jornalista Heródoto Barbeiro usa um aplicativo, durante seu programa, mostrando que “não existe processo de corrupção ou improbidade administrativa contra Jair Bolsonaro.”

No fim da noite de ontem, Bolsonaro também publicou um vídeo em que fala sobre o armamento da população. No vídeo, ele diz que “irresponsável é o governo que desarma o cidadão de bem e deixa a vagabundagem muito bem armada”. Bolsonaro diz que vai “equilibrar esse jogo”. “Quero dar o direito a legítima defesa da população. Não é comprar uma ponto 40 na birosca da esquina. Vai ter algum critério para compra e porte”, disse o pré-candidato.

Fonte: Estadao Conteudo

Associação critica projetos para rádios comunitárias

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A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) divulgou ontem nota em que critica a tramitação de dois projetos de lei no Senado, que alteram a legislação para beneficiar as rádios comunitárias.

Um deles foi incluído na pauta da Casa da próxima terça-feira e propõe o aumento do limite de potência e o alcance das transmissões desse tipo de emissora. O texto do projeto é de autoria do senador Hélio José (PROS-DF).

Outro projeto de lei que preocupa a entidade, mas ainda não tem data para ser votado, é o que permite que as emissoras comunitárias passem a comercializar espaço para publicidade.

Para a Abert, essas mudanças “favorecem uma concorrência desleal e têm por finalidade o enfraquecimento econômico das emissoras comerciais”. A associação pede para que os senadores rejeitem as iniciativas, pois na sua avaliação isso poderia trazer “efeitos danosos ao poder público, ao contribuinte e às emissoras comerciais”.

Na nota, a associação ressalta ainda que a outorga de funcionamento de uma rádio comercial tem “um alto custo e o processo de obtenção é demorado e burocrático”. Já a autorização para operar uma rádio comunitária “é sumária, simplificada e gratuita, sendo permitida apenas para entidades sem fins lucrativos”.

Publicidade. Sobre o projeto que dá permissão às rádios comunitárias para vender espaços de propaganda, a Abert defende que essas emissoras teriam de “participar do processo de licitação com as mesmas regras e obrigações tributárias, trabalhistas e previdenciárias dos radiodifusores comerciais”.

Nesta semana, os senadores aprovaram na Comissão de Educação da Casa um outro projeto que isenta as rádios comunitárias do pagamento de direitos autorais ao Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad). O texto segue agora em caráter terminativo para análise dos integrantes da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado.

A votação trouxe diversos representantes de rádios comunitárias a Brasília, o que fez com que os senadores se mobilizassem e assinassem a urgência para o projeto do senador Hélio José para levar a proposta a plenário.

Potência. O projeto que está na pauta do Senado da próxima semana propõe aumentar a potência das rádios comunitárias de 25 para 300 watts. A justificativa do autor é que, diante da diversidade geográfica do Brasil, o atual patamar de 25 watts se mostraria insuficiente para operação nas áreas de população esparsa, especialmente na zona rural.

Com o aumento da potência, as informações divulgadas pelas rádios comunitárias poderiam alcançar maiores distâncias, argumenta o senador. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Estadao Conteudo

Brasil é país mais preocupado com notícias falsas, diz estudo global

O Brasil aparece como o país mais preocupado com as chamadas “notícias falsas” (fake news) em um estudo global que analisou a realidade de 37 nações. Dos entrevistados brasileiros, 85% manifestaram preocupação com a veracidade e a possibilidade de manipulação nas notícias lidas. A lista é seguida por Portugal (71%), Espanha (69%), Chile (66%) e Grécia (66%). Na opinião dos autores, a polarização política nesses países provocada por eleições, referendos e outros grandes processos de disputa na sociedade podem ter favorecido essa percepção.

Já os menos preocupados com a possibilidade de uma notícia não ser verdadeira ou contar algum tipo de desinformação são Holanda (30%), Dinamarca (36%), Suécia (36%), Alemanha (37%) e Áustria (38%). Os autores destacaram na análise que, diferentemente dos Estados Unidos, a Alemanha passou recentemente por eleições em que a disseminação de notícias falsas não apareceu como um problema grave.

Quando tomada a amostra de forma conjunta, a média geral das pessoas consultadas pelo levantamento preocupadas com a veracidade das informações lidas na Internet ficou em 54%.

O Relatório sobre Notícias Digitais do Instituto Reuters, uma das mais importantes pesquisas do mundo sobre o tema, foi divulgado nesta semana. O levantamento fez entrevistas para identificar hábitos de consumo da população em relação a veículos de mídia e produtos jornalísticos.
Percepção

Os autores da pesquisa apontam uma percepção maior do que a realidade vivida pelas pessoas. Do total dos entrevistados, 58% disseram estar preocupados com notícias “fabricadas” mas apenas 26% conseguiram identificar casos concretos. Essa diferenciação, entretanto, não foi feita por país, não permitindo identificar se essa disparidade ocorre nas nações onde a preocupação foi maior, como no Brasil.

“Quando olhamos para os resultados do nosso estudo, descobrimos que quando consumidores falam sobre ´fake news´ eles estão preocupados também com mau jornalismo, práticas de caça de cliques e enviesamento”, argumentam os autores da pesquisa.
Providências

Mesmo assim, as pessoas consultadas colocaram a necessidade de providências sobre o assunto. Na avaliação dos entrevistados, os principais responsáveis por adotar medidas de combate às chamadas notícias falsas deveriam ser os veículos tradicionais de mídia (75%) e as plataformas digitais (71%).

Na compreensão dos autores, essa percepção estaria relacionada ao fato de muitas reclamações com foco na veracidade ou manipulação estarem relacionadas a mídias tradicionais, e não a conteúdos fabricados por sites desconhecidos.

A adoção de alguma regulação pelo Estado para atacar o problema ganhou aceitação sobretudo entre asiáticos (63%) e europeus (60%). Na Europa, a regulação do tema tem ganhado espaço. No último ano, a Alemanha aprovou uma lei que passa a responsabilidade pela fiscalização de conteúdos falsos e ilegais às plataformas. No Brasil, já há diversos projetos de lei tramitando no Congresso visando estabelecer regras sobre o tema.



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