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terça-feira, 15 de outubro de 2019

BRB reduz taxa de financiamento do crédito imobiliário

Presidente do banco destaca que, com o novo percentual, de 6,99% ao ano, clientes terão facilitado o acesso à casa própria

O BRB decidiu reduzir a taxa de financiamento do crédito imobiliário. A partir desta segunda-feira (14), o banco vai operar com taxa de 6,99% ao ano, o que representa uma redução de 0,5 pontos percentuais em relação ao valor praticado até na semana passada, que era de 7,5% ao ano + TR. 

A nova taxa de juros do BRB contempla tanto imóveis enquadrados no Sistema Financeiro de Habitação (SFH), com valor até R$ 1,5 milhão, quanto unidades ligadas o Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), para imóveis com preço superior a R$ 1,5 milhão.
Condições estendidas

Segundo o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, a redução da taxa de juros facilita o acesso à casa própria. “A casa própria é o sonho da maioria das pessoas, e o BRB trabalha para fazer parte disso”, afirmou.

O financiamento imobiliário é direcionado a todos os clientes do banco, servidores públicos ou não. No caso dos empregados do GDF, valores pré-aprovados para o segmento já estão disponíveis no aplicativo do BRB.

O prazo máximo do contrato é de 420 meses, podendo o valor financiado chegar a 80% do total do imóvel. Para ter o financiamento aprovado, o cliente precisa, durante toda a vigência do contrato, ter conta corrente no banco, crédito mensal de salário na instituição, cartão de crédito BRB e mobile banking ativo.
Agilidade

Além da revisão da taxa, o BRB também está modernizando seus processos para oferecer maior agilidade na aprovação e liberação do crédito aos seus clientes. A lista de documentos exigidos para a contratação foi reduzida e o prazo para a viabilização do negócio vai cair de oito para cinco dias úteis.

Se o cliente do BRB optar por financiar um imóvel de um empreendimento que também seja financiado pelo banco, não precisará trazer nenhum documento adicional. O mesmo vale para quem solicitar crédito imobiliário para a aquisição de imóvel de alguma construtora que tenha convênio com o BRB.

“O crédito imobiliário é o produto de maior relacionamento com o cliente”, destaca Paulo Henrique Costa. “Estamos apostando no crescimento, na modernização dos processos e na competitividade”.

Bolsonaro discute pedido de prestação de contas ao PSL

O presidente Jair Bolsonaro reuniu-se na manhã de hoje (14), no Palácio do Planalto, com os advogados eleitorais Karina Kufa e Admar Gonzaga para discutir o pedido de prestação de contas direcionado ao PSL. Na sexta-feira (11), Bolsonaro e mais 21 parlamentares da legenda requereram que o diretório nacional apresente informações sobre as contas da sigla.
O líder do governo na Câmara dos Deputados, Major Vitor Hugo (PSL-GO), que se reuniu com o presidente após os advogados, disse que Bolsonaro e o grupo de parlamentares querem mais transparência do partido no uso dos recursos partidários. Segundo o líder, apenas após a prestação de contas, o presidente e parlamentares vão decidir sobre a permanência no partido.

Por Ana Cristina Campos

“O momento agora é esse de tomar ciência de onde os recursos do PSL estão sendo empregados. Houve uma mudança muito grande da legislatura passada para a dimensão do partido nessa legislatura. Um partido que só tinha um deputado federal no começo da legislatura passada para mais de 50 agora. Então o Fundo Partidário aumentou, o Fundo Eleitoral vai aumentar”, disse o deputado.

Na última quarta-feira (9), o porta-voz do Palácio do Planalto, Otávio Rêgo Barros, afirmou que o presidente não pretende, por enquanto, tomar a decisão de sair do PSL. “Ele [Bolsonaro] destacou que não pretende deixar o PSL de livre e espontânea vontade. Qualquer decisão nesse sentido seria unilateral”, afirmou Rêgo Barros em entrevista a jornalistas. Durante a tarde, Bolsonaro se reuniu com pelo menos 15 deputados federais do partido para discutir a situação da legenda.

No mesmo dia, mais cedo, a advogada eleitoral Karina Kufa afirmou que há desgaste na relação entre o presidente e dirigentes nacionais do PSL. Ela e o ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Admar Gonzaga também participaram da reunião de Bolsonaro com parlamentares do PSL e disseram que estudam uma forma de os deputados deixarem a sigla sem serem punidos com a perda de mandato por causa da regra sobre infidelidade partidária. No caso do presidente e outros integrantes do PSL com cargo majoritário (governador, prefeito e senador), uma eventual troca de partido não é vedada pela legislação.

Direitos de mulheres com câncer de mama são destaque no Outubro Rosa

Ao lado da fotografia de Joana Jeker, que integra a série "A Força do Mulher", a deputada Telma Rufino (Pros) realça importância da campanha.

A importância da legislação local na garantia dos direitos das mulheres com câncer de mama foi destacada pela fundadora da Associação Recomeçar, Joana Jeker, durante a abertura da campanha Outubro Rosa na Câmara Legislativa, na tarde desta segunda-feira (14). Ela citou, por exemplo, a Lei nº 4.761/2012, que estabelece a cirurgia plástica de reconstrução da mama nos hospitais públicos, inclusive com pigmentação da aréola.

Ainda chamou a atenção para recentes conquistas, como a Lei nº 6.317/2019 sobre a notificação compulsória relacionada às neoplasias e a Lei nº 6.389/2019, que estabelece, no prazo máximo trinta dias, a partir do agendamento, o atendimento para a realização de exames diagnósticos nos casos em que a principal hipótese seja a neoplasia maligna.

As leis distritais evidenciadas – a primeira proposta pela ex-deputada Eliana Pedrosa e as deste ano pelo deputado Rafael Prudente (MDB) – demonstram o envolvimento dos gestores públicos com o problema, segundo Jeker. Ela, que foi diagnosticada com a doença em 2007, aos trinta anos de idade, e fez duas cirurgias pelo Sistema Único de Saúde (SUS), defende o direito ao diagnóstico e tratamento gratuitos. Junto com outras cinco mulheres, que tiveram a mama reconstruída após mutilação decorrente do tratamento contra o câncer de mama, o retrato de Joana Jeker integra a exposição fotográfica "A Força da Mulher", no foyer do plenário da CLDF.

Exames – "Gostaria de parabenizar cada uma das mulheres guerreiras que estão aqui", cumprimentou a deputada Telma Rufino (PROS). Ela narrou a perda de três familiares em decorrência do câncer nos últimos dois anos: "É uma dor coletiva". Para a parlamentar, campanhas, como a do Outubro Rosa, são fundamentais para o combate à doença.

Também frisou a importância da campanha o presidente em exercício da Câmara Legislativa, deputado Iolando (PSC), que perdeu a mãe em virtude do câncer de mama há dois anos. "É uma luta apartidária", disse, ao agradecer as instituições parceiras da Casa no evento. Médico do trabalho da CLDF, Florêncio Sinzato, reforçou a necessidade dos exames anuais, que "não previnem, mas detectam precocemente a doença".

De acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA), são estimados 59.700 novos casos de câncer de mama em 2019, com um risco de 56 casos a cada 100 mil mulheres no País. Por outro lado, quando o problema é descoberto na fase inicial da doença, as chances de cura chegam a 95%, segundo a Associação Recomeçar. A fim de arrecadar recursos para a organização, acontece, no próximo dia 24, às 20 horas, na Cervejaria Criolina, o evento Brasília Rosa in Concert.

Franci Moraes
Fotos: Figueiredo/CLDF
Núcleo de Jornalismo - Câmara Legislativa

Hidroterapia acelera reabilitação de pacientes do Hospital de Apoio

Em média, são realizados 200 atendimentos por mês. Para participar, é necessário passar por uma triagem no HAB
Agencia Brasilia *

Hidroterapia ajuda os pacientes do HAB a recuperar os movimentos. Foto: Breno Esaki/Secretaria de Saúde

Quem vê a aposentada Luiza Sucupira, 63 anos, exercitando-se na piscina do Hospital de Apoio de Brasília (HAB) não imagina que, há poucos meses, a paciente chegou à unidade em uma cadeira de rodas devido a uma cirurgia na coluna. Hoje, apoia-se apenas em uma bengala para caminhar, mas tem planos de deixá-la em breve. Para ela, o avanço na recuperação deu-se graças à fisioterapia aquática oferecida pelo hospital. “Eu fui curada aqui”, afirma, enfática.

Luiza, assim como outros pacientes, é uma das beneficiadas pela prática, popularmente chamada de hidroterapia. No HAB, são feitos em torno de 200 atendimentos por mês na piscina, para cerca de 30 pessoas em recuperação. A atividade é voltada tanto aos internados na unidade, que estão em reabilitação por lesões cerebrais e medulares, como aos vindos de outros hospitais da rede pública, com lesões ortopédicas e reumáticas.

Desde o momento em que entram no local, eles treinam caminhadas, equilíbrio e como melhorar a força muscular. Há andadores para os que têm mais dificuldade de locomoção. A piscina tem quatro níveis de profundidade para facilitar o acesso. Conta, ainda, com dois aquecedores novos, um elétrico e outro movido a energia solar, para manter a água em temperatura adequada.

Tudo foi preparado para restaurar as funções motoras dos pacientes. No caso de Vinícius Torres, 22 anos, ele estava sem mobilidade em uma das pernas e nas mãos por causa de um acidente de moto. Depois de um mês de hidroterapia, já apresenta mudanças. “Já consigo andar de bengala, mexer minhas mãos e fazer praticamente tudo sozinho. Esse trabalho na água foi fundamental para a minha recuperação”, elogia.

Benefícios
Na avaliação da fisioterapeuta do HAB, Mariana Sayago, a prática oferece um pacote completo de benefícios. Além de facilitar os movimentos daqueles que sentem dor, pois os exercícios são feitos na água, a hidroterapia ainda contribui para a socialização dos pacientes. “Trabalhamos em um ambiente fora das quatro paredes, promovendo a readequação deles às atividades de vida”, esclarece.

Para participar da hidroterapia, é necessário passar por uma triagem no HAB. Na consulta com a equipe de saúde, os candidatos são avaliados com a finalidade de se detectar algum problema ou contraindicação que impossibilite a participação nas atividades. “Podem ser questões como incontinência urinária, problemas de pele. Às vezes, as pessoas precisam apenas de uma orientação, como no caso de morar longe demais do hospital e não ter como vir”, frisa.

Parceria
Os exercícios aquáticos contam com o suporte de estudantes de Fisioterapia da Universidade de Brasília (UnB). Eles auxiliam nos exercícios realizados na água, fruto de uma parceria firmada entre a instituição e a Secretaria de Saúde, por meio da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs).

Responsável pelos estudantes, o professor de Fisioterapia da UnB, Josevan Leal, também destaca a importância do contato deles com os resultados trazidos pela prática. “A hidroterapia tem um papel importante na aceleração do processo de reabilitação”, garante. De acordo com o professor, os pacientes que não conseguem andar fora da água, dentro da piscina fazem isso no primeiro dia, porque ficam mais leves. “É uma forma de complementar a fisioterapia convencional”, explica Josevan.

A hidroterapia do Hospital de Apoio ocorre de segunda a sexta-feira, das 9h ao meio-dia. Somente os pacientes estabilizados podem participar das atividades.

Após dois alagamentos em 24h, parte de hospital do DF é fechada

De acordo com a Secretaria de Saúde, interrupção na unidade de Ceilândia deve durar até 15 dias. Pacientes serão remanejados
Após enfrentar dois alagamentos seguidos em 24 horas, a direção do Hospital Regional de Ceilândia (HRC) decidiu desativar parte dos atendimentos nas clínicas cirúrgica e de ortopedia. A interrupção parcial deve durar até 15 dias, de acordo com a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF).

Segundo a pasta, pacientes serão remanejados para os hospitais regionais de Taguatinga (HRT), Gama (HRG) e Santa Maria (HRSM). O transporte será realizado pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e pelo Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF).

A decisão foi tomada após o HRC registrar alagamento nesta segunda-feira (14/10/2019). Conforme informado pela direção da unidade, um funcionário responsável pela manutenção do hospital deixou uma telha cair na tubulação da sala de raio-x, rompendo os canos.

O incidente ocorreu um dia após outro duto de água estourar e alagar o bloco cirúrgico. No domingo (13/10/2019), o vazamento danificou equipamentos e materiais médicos. Alguns pacientes tiveram de ser remanejados para outras unidades de saúde. Outros foram realocados dentro do próprio hospital. A água escorreu pelas paredes e, por causa do risco de choque, a energia elétrica precisou ser desligada.

Em nota, a SES-DF informou que, como os demais hospitais da rede, o HRC está passando por reforma e manutenção. Disse ainda que os pacientes em condições de alta foram liberados, e os internados, transferidos para outras unidades, como Samambaia e Taguatinga.

Disse também que a Defesa Civil foi acionada e começou a trabalhar ainda na madrugada. “A empresa responsável pela obra sanou o vazamento e fará todos os reparos necessários para a ala ser liberada”, destacou a pasta.

No pronto-socorro, somente urgências e emergências das duas especialidades que não podem ser transferidas serão atendidas. Alguns profissionais do HRC, inclusive, atenderão no HRT enquanto as intervenções durarem.

“É importante esclarecer à população que toda a gestão da Secretaria de Saúde está empenhada em solucionar o problema o mais rápido possível. É muito provável que até mesmo antes do prazo de 15 dias o atendimento seja normalizado nessas áreas”, afirmou a secretária-adjunta de Assistência à Saúde, Lucilene Florêncio.



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