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segunda-feira, 16 de setembro de 2019

Projeto Enem Inclusivo e Especial realiza primeiro aulão

Desenvolvido pela Secretaria de Educação, projeto inédito atende aos estudantes com deficiência.
Agencia Brasilia *

Aula inaugural reuniu dezenas de alunos e contou com o professor Kleber Carvalho. Foto: Luís Tavares/Secretaria de Educação

A manhã deste sábado (14) começou animada para um grupo de estudantes da educação inclusiva da rede pública de ensino do Distrito Federal. Cerca de 40 alunos, além dos pais, participaram da aula inaugural do Projeto Enem Inclusivo e Especial. A iniciativa inédita é desenvolvida pela Subsecretaria de Educação Inclusiva e Integral (Subin) da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) e tem como objetivo preparar este público para fazer o Exame Nacional do Ensino Médio, em novembro. O professor Kleber Carvalho, do Centro Educacional (CED) 06 de Ceilândia, foi o escolhido para dar a primeira aula. A trilha sonora do filme Star Wars embalou a entrada de Kleber Caverna, como é mais conhecido entre os alunos.

Esta primeira edição do projeto tem, ao todo, oito encontros na Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos (Finatec), nos sábados que antecedem a avaliação, das 7h às 12h30. O aluno e atleta paralímpico Gabriel Barradas, do CED São Francisco de São Sebastião, era um dos mais entusiasmados. Medalhista em natação, ele não vacilou ao afirmar: “Vou fazer educação física, com certeza”.

Já a estudante Alessandra Pereira dos Santos, do Centro de Ensino Médio (CEM) 01 do Paranoá, teve, entre suas opções, jornalismo, artes cênicas ou informática. “Este projeto é muito importante porque nos incentiva a seguir estudando e fazer uma faculdade”, comemorou Alessandra. O estudante Josivaldo dos Santos, do CED Darcy Ribeiro, no Paranoá, assistia atento às aulas. “Como tem tempo que gosto de informática, sonho com uma vaga no curso de ciência da computação”, revelou.

A subsecretária de Educação Inclusiva e Integral, Vera Barros, ressaltou que a perspectiva é ampliar o atendimento e promover o curso a partir do 1º ano do ensino médio. “Inicialmente, o projeto é destinado aos estudantes do 3º ano, mas reconhecemos a relevância de um atendimento especializado que motive nossos estudantes a dar continuidade aos estudos. Eles precisam descobrir o potencial que têm para a aprovação. Nosso objetivo é minimizar as desigualdades entre os estudantes”, explicou a subsecretária.

Os estudantes contaram com atendimento especializado, como material específico dependendo da deficiência, inclusive com monitores voluntários que auxiliaram os alunos. De acordo com Maria de Jesus, mãe do estudante Augusto Barros, a iniciativa é imprescindível para acolher e empoderar os alunos. “Para o estudante que é especial esses encontros colaboram para que cheguem à faculdade”, destacou.

*Com informações da Secretaria de Educação

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