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domingo, 3 de março de 2019

Blocos de carnaval reúnem 20,5 mil pessoas em Brasília neste sábado

Eventos se concentraram no Estádio Mané Garrincha e em quadras das asas Norte e Sul. Expectativa era reunir 70 mil foliões; chuva dispersou público.

Por G1 DF

Foliões no bloco Babydoll de Nylon, em Brasília — Foto: TV Globo/Reprodução

Os blocos de carnaval que tomaram as ruas de Brasília, na tarde deste sábado (2), reuniram cerca de 20,5 mil pessoas, segundo a Polícia Militar. Os principais festejos se concentraram ao redor do Estádio Mané Garrincha, no Setor Comercial Sul e no Setor Bancário Norte.

Só o Babydoll de Nylon, responsável por arrastar milhares de foliões, bateu a marca de 20 mil pessoas no bloco. A festa que começou às 13h, tinha expectativa de reunir até 70 mil, mas a chuva deixou o número bem abaixo do esperado.

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Durante o evento, até as 19h, a Polícia Civil registrou seis ocorrências relacionadas ao carnaval. Duas por embriaguez ao volante, uma por roubo à pedestre na Asa Norte, uma por injúria racial e duas por lesão corporal. Nesta última, os autores foram liberados após assinarem termo circunstanciado.

Foliões se abrigam da chuva em parda de ônibus no centro de Brasília

Já o Corpo de Bombeiros atendeu 13 pessoas alcoolizadas durante o carnaval. Outras três vítimas foram socorridas após agressão com uso de "arma branca", segundo a corporação. Elas foram encaminhadas ao Hospital Regional da Asa Norte (Hran).

A PM flagrou quatro homens com facas em meio à festa. Os objetos foram apreendidos e os responsáveis, levados à delegacia.

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Tumulto

No Setor Comercial Sul, a PMDF registrou tumulto e precisou solicitar o desligamento do som. O evento é o mesmo onde, na sexta-feira (1º), testemunhas gravaram foliões sendo agredidos por PMs (veja abaixo).

Pelo vídeo, o rapaz sem camisa levou diversos golpes de cassetete dos policiais militares. Em outro trecho, ele recebe golpes de cassetete de três policiais militares de uma só vez.

O rapaz disse que a agressão começou quando o bloco já tinha acabado e que os policiais teriam chegado com violência, "mandando todos irem embora". Ele contou que, então, um deles bateu o cassetete no celular e derrubou no chão. Quando o rapaz foi pegar, os militares teriam reagido.

A corporação informou que um militar foi agredido com uma garrafada de vidro na cabeça durante o evento. A corregedoria abriu um processo para investigar o caso.

Foliões posam para foto no carnaval em Brasília — Foto: TV Globo/Reprodução

Volta pra casa

Alguns blocos encerraram os shows por volta das 18h. Com a chuva, a volta para casa ficou complicada, principalmente na região da Rodoviária do Plano Piloto.

Com "poucos ônibus rodando", segundo os usuários, as plataformas ficaram lotadas de gente à espera do transporte público. Às 20h o policiamento foi reforçado. Em um shoping da região, os foliões também tomaram os corredores entre as lojas (veja vídeo abaixo).


Foliões tomaram corredores de shopping no centro de Brasília após encerramento de blocos

Já em outro shopping, na Asa Norte, o público que dispersou dos bloquinhos de carnaval quebrou vidraças de obrigou algumas lojas a fecharem as portas poor alguns momentos. A PM foi chamada e atuou no local.

Esquema de segurança

Para o carnaval, o GDF montou uma operação integrada com participação de 20 órgãos, incluindo polícias Civil e Militar, Corpo de Bombeiros, Defesa Civil, Detran, Secretaria de Cultura e Metrô.

Ao todo, 7,5 mil policiais militares vão fazer a segurança dos blocos de carnaval do DF. O Detran reforçou a fiscalização da Lei Seca com 40 ações educativas – 30 delas nas proximidades dos eventos de maior público. No total, 870 agentes farão controle e organização do trânsito.

Volta pra casa na rodoviária de Brasília — Foto: PMDF/Divulgação

A Secretaria de Segurança Pública informou que há mais de 450 câmeras espalhadas por todo o DF. De acordo com a PM, um dos ônibus possui uma antena de 15 metros que consegue filmar da Funarte até o Museu da República.

Além disso, os policiais poderão realizar videoconferências com os comandos das regiões administrativas, registrar ocorrências "de menor potencial ofensivo" e atuar no "gerenciamento de crises", caso seja necessário.

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