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sexta-feira, 24 de maio de 2013

Do alto da petulância e do desrespeito por Diná Oliveira - Jornal Ceilandense


Do alto da petulância e do desrespeito

Por: Diná Oliveira – Jornal Ceilandense

No dia 15 de abril, foi aprovada pelo CCJ uma emenda da deputada Luzia de Paula, que dá direito às mídias alternativas a 10% do orçamento da publicidade do Distrito Federal. Que foi de iniciativa da ASVECOM (Associação de Veículos de Comunicação Comunitária do DF e Entorno).
Se analisarmos, o dinheiro pago a apenas um jornal (chamados de “grande mídia”) já daria os 10%. A parcela é tão pequena que não era sequer para os “grandes” olharem. Mas, como toda empresa tem o “cordão dos puxas-saco, o jornalista Eduardo Brito do jornal de Brasília, editor da coluna “Do alto da torre”, que do “alto de sua petulância” resolveu sair em defesa dos patrões (que cá prá nos, nem sabem de sua reles existência), e saiu com essa pérola, intitulada de “Sai, tentação”: “Fidelíssima à cúpula do Buriti, a distrital Luzia de Paula conseguiu ver aprovada na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Legislativa uma Proposta de Emenda à Lei Orgânica que determina, imagina só, que vincula uma parcela de todo o orçamento para publicidade do Executivo brasiliense às chamadas “mídias alternativas”. Com todo o respeito, essas mídias têm mesmo papel relevante no mercado publicitário. Mas são também, e reconhecidamente, as mais difíceis de auditar, o que leva determinados governos a...deixa pra lá.

1 – O jornalista agride a conceituada distrital que nas entrelinhas só teve seu projeto aprovado porque é “ASSIM Ó”  com o governo. Uma grande inverdade, pois basta ter um pouquinho de relacionamento dentro da CLDF para saber que a distrital é respeitada e querida por todos seus colegas.

2 – A ironia do “imagine só”, desrespeita e denigre os jornais alternativos, como se estes nada merecessem e somente os “grandes” , já que a maioria está mais “quebrada” do que tudo e só consegue sobreviver da mídia do governo. Não vendem jornais, não tem assinaturas e só conseguem chegar à mísera porcentagem de 14% da população do DF.

3 – O nobre jornalista acertou ao dizer que temos um papel relevante. Chegamos onde os “grandes” não chegam. Nas casas das pessoas, nas salas de espera de dentistas, advogados, contadores, manicure, balcões de farmácias e padarias, sabe porque? Somos levados de graça a essa parcela da sociedade, os outros 86%, que os “grandes” não conseguem atingir, pois as pessoas precisam sair de suas casas, ir até a banca e pagar para ter o mesmo conteúdo dos “alternativos”, aqui tão discriminado pelo jornalista que “do alto de sua petulância” esquece que começou nos alternativos e que somos profissionais sérios, lutando pela sobrevivência igualzinho a ele.

4 – Fica o comentário do diretor do Jornal Daqui e a profunda mágoa de todos os “alternativos” pois além de nos destratar o jornalista ainda desrespeitou o inigualável ser humano que é a deputada Luzia de Paula, que luta pelos mais humildes e “alternativos”, de todos os segmentos da sociedade. Basta ver a obra que esta tem em Ceilândia para saber que a deputada não vai agradar “grandes”, ela trabalha pelos “pequenos” que felizmente, são a maioria. Gente como o jornalista deve ser ignorada e compreendida, coitado!

Meu comentário: O jornalista Eduardo Brito perdeu a oportunidade de ficar calado. Pelo que parece ele não tem conhecimento algum sobre a realidade dos jornais alternativos. Somos nós que atingimos  às massas, onde a comunidade não tem condições de pagar pra ter informação e onde os grandes jornais não circulam. Com relação a auditoria não vejo dificuldade alguma em auditar a tiragem, pois trabalhamos com seriedade e temos sim como comprovar a tiragem. O negócio é que as " Mídias alternativas" como ele se refere, está incomodando os coronéis da comunicação, tanto no DF como em todo o país. Eles estão acostumados a ganhar benesses do governo só pra eles e agora não querem repartir o pão... Porquê não te calas? Eduardo Brito!

Rumaldo Filho. Presidente do Jornal Daqui

 

8145-5004/8428-7699

 

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